Soluções frequentemente tratadas como periféricas começam a assumir importância, como o biometano.
O artigo “Da geopolítica da energia ao biometano: a vantagem estratégica dos recursos locais”, da autoria de Teresa Ponce de Leão, Presidente do LNEG, e Adriana Reais Pinto, Conselheira na Women in Renewables Alliance, foi publicado no ECO a 23 de março de 2026.
A transição energética está a ganhar novas dimensões, e soluções antes consideradas secundárias começam a assumir um papel central — como o biometano, uma alternativa renovável produzida a partir de resíduos, capaz de reforçar a segurança energética e reduzir dependências externas.
Portugal dispõe de recursos significativos para desenvolver este setor, mas continua condicionado por desafios regulatórios e pela ausência de incentivos estáveis. Por isso, investir no biometano representa um passo estratégico para reforçar a autonomia energética nacional num contexto global cada vez mais volátil.
Leia o artigo na integra em Da geopolítica da energia ao biometano: a vantagem estratégica dos recursos locais – ECO
